Paulo Sérgio Araújo é reempossado presidente da Câmara de Serra Branca e defende grande união política para 2020

O presidente Paulo Sérgio Araújo foi reempossado para presidir à Casa Leidson da Silva (Câmara de Serra Branca) no biênio 2019-2020. Paulo Sérgio foi eleito há cerca de um ano e teve sua posse bastante prestigiada.

A mesa diretora da Câmara continuará com a mesma formação: Paulo Sérgio (Presidente), Macilon (Vice-presidente), Renan Mamede (1º Secretário), Valber Pinto (2º Secretário), Guilherme Gaudêncio (3º Secretário).

A solenidade contou com as participações do vice-prefeito Joda Zuza, que estava aniversariando, do ex-prefeito e líder petista Zizo Mamed, o presidente do PT, Ednaildo Saraiva, o vereador licenciado e secretário de obras, Kléber Ribeiro, que na oportunidade representou o prefeito Souzinha, que não estava presente.

Em seu discurso, Paulo Sérgio disse pela primeira vez publicamente que seu sonho e seu trabalho nos bastidores é por promover uma grande união das oposições para 2020, que na sua visão contaria com vereadores do PT, do PR do ex-candidato a prefeito Flávio Torreão e de vereadores da situação insatisfeitos junto ao vice-prefeito Joda Zuza. Ninguém quis comentar a possibilidade.

De Olho no Cariri – Foto: Notícias em Destaque

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1