Parceria permite doação para o abrigo de idosos de Sumé por meio da conta de água

INFORME PUBLICITÁRIO: A Prefeitura de Sumé firmou mais uma parceria com a CAGEPA. Desta vez, para possibilitar que, toda e qualquer pessoa possa doar, por meio da sua conta de água, qualquer valor ao Abrigo de Idosos de Sumé “Rosália Paulino”.

No último mês de maio, o governador João Azevêdo sancionou a Lei Estadual n.º 13.227, que reconhece “de utilidade pública” a Associação de Proteção e Amparo à Velhice de Sumé, Abrigo de Idosos Rosália Paulino, instituição de longa permanência para Idosos de Sumé. A propositura foi do deputado estadual Caio Roberto. Esse reconhecimento é fundamental para que a instituição tenha acesso a recursos público.

Agora, o cidadão que desejar doar para o Abrigo de Idosos de Sumé deve acessar um dos atendimentos da CAGEPA:

  • Ligando 115 – Outros assuntos
  • WhatsApp (83) 9 8198 4495
  • Atendente virtual, no site www.cagepa.pb.gov.br;
  • Aplicativo CAGEPA disponível para Android e IOS;
  • Atendimento presencial nas lojas de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Patos e Cajazeiras, além de postos de atendimento disponíveis nas Casas de Cidadania e agências locais da CAGEPA.

É importante ressaltar que cada canal é um procedimento, mas em todos eles, é necessário estar com as seguintes informações em mãos:

  • O nome da instituição: Associação de Proteção e Amparo à Velhice de Sumé
  • O CNPJ da instituição: n.º 00.287.118/0001-42
  • A matrícula da conta da água de quem quer doar

É possível também manifestar a vontade de doar preenchendo o termo de adesão e entregando no Abrigo de Idosos:

Caso haja alguma dúvida, o cidadão poderá ligar ou enviar mensagem de whatsapp para a atual presidente da instituição, Jacquelline Oliveira, (83) 9 9603 0110.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1