Parceria entre Prefeitura de Sumé e Unicir oferece projeto de bem-estar e saúde

O prefeito de Sumé Éden Duarte recebeu recentemente o diretor geral da Faculdade do Cariri, Paulo Lucena, para discutir um projeto de “bem-estar e saúde” a ser implementado no município por meio da parceria entre a prefeitura e a Unicir.  O encontro aconteceu na sede da Secretaria de Saúde com a participação da secretária Tanniery Lêla e de alguns coordenadores da saúde municipal.

De acordo com Paulo Lucena, o projeto vem agregar a outros já existentes em Sumé na mesma parceria, que estavam parados por conta da pandemia e agora serão remodelados e reiniciados atendendo os protocolos sanitários.

Pela nova proposta serão desenvolvidas ações com o objetivo de detectar doenças como hipertensão, diabetes, auxiliando a Secretaria de Saúde, quando necessário, no encaminhamento dos usuários para tratamento médico, ou multiprofissional.

A ideia é que o projeto seja implementado principalmente em campanhas alusivas como, setembro amarelo, outubro rosa e novembro azul. Nessas datas específicas serão realizadas ações de apoio à saúde do homem e da mulher, auxiliando na prevenção do câncer de próstata, do colo do útero, hipertensão, diabetes, além de prestar informações jurídicas nestes casos de doenças.

O projeto bem-estar abrangerá também a área da educação para saber como as crianças ficaram fora do ambiente escolar nesses dois anos de pandemia, linkando com nutrição e integração da saúde bucal.

Tanniery destacou a excelente relação com a Unicir no desenvolvimento de importantes ações para a saúde do município. “A proposta é muito importante porque vai acompanhar e atender da criança ao idoso com a união de várias secretarias, como saúde, educação e assistência. Mais uma vez estamos muito felizes com essa parceria”, declarou a secretária.

Tanto o prefeito Éden quanto o diretor Paulo avaliaram positivamente o momento de discussão da proposta que serviu para encaixar na realidade da faculdade e da saúde do município, o retorno gradativo das atividades de acordo com as necessidades de ambas as instituições.

A partir de agora haverá um planejamento para viabilizar a execução do projeto, visando dar um retorno para a população, à comunidade acadêmica e ao público em geral.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1