Paraibano Hugo Motta defende discutir PEC da escala 6×1 “com os dois lados”

O deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), candidato favorito para suceder Arthur Lira (PP-AL) na presidência da Câmara, defendeu nesta terça-feira (12/11) que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6×1 seja discutida ouvindo “os dois lados”.

A fala foi feita durante reunião com parlamentares da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE).

“É um tema que nós temos e vamos discutir, mas não ouvindo apenas um lado. Temos de ouvir também quem emprega, temos de ouvir os dois lados”, defendeu.

Motta ponderou não se declarar favorável ou contrário ao texto e defendeu um debate respeitoso. “A Câmara não pode se transformar numa Casa onde o debate fique prejudicado, às vezes, por agressões pessoais, verbais, que em nada contribuem com o debate.”

Entenda o texto

A proposta, apresentada por Erika Hilton, foi criada pelo Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), fundado pelo vereador eleito pelo Rio de Janeiro Rick Azevedo (PSol). O abaixo-assinado que busca apoio popular para a PEC tem mais de 1,6 milhão de assinaturas.

A redação original do texto prevê mudar a jornada de trabalho para quatro dias por semana no Brasil. O limite seria de oito horas diárias e 36h semanais, “facultada a compensação de horários e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho”.

Por Metrópoles

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A três dias do segundo turno das eleições, termina nesta quinta-feira (22) o prazo para que candidatos façam comícios e atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.

De hoje até 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

Até o próximo sábado (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos tribunais regionais eleitorais.

No próximo domingo (25), os brasileiros deverão ir às urnas das 8h às 17h, para eleger o próximo presidente da República.

Eleitores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins definem ainda o próximo governador ou governadora. Nesses locais, a ordem de votação na urna é: governador e depois presidente.

Além disso, seis cidades brasileiras terão eleições suplementares para prefeito. Nesses municípios, os eleitores votam primeiro em presidente, depois em prefeito.

O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título, e que os eleitores levem uma colinha com o número dos candidatos, anotados em papel. É proibido entrar com celular na cabine de votação.

Com Agência Brasil