Paraíba vai disponibilizar aplicativo para população se consultar online sobre síndromes gripais

A Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) vai criar um aplicativo que vai ajudar a população a tirar dúvidas e se consultar sobre as síndromes gripais. O atendimento será por meio da telemedicina, tendo em vista, de acordo com o secretário Geraldo Medeiros, a maior parte dos casos são leves.

Segundo Geraldo Medeiros, a rede estadual está preparada para atender a população com síndromes gripais apesar de ser diferente de pacientes acometidos por Covid-19. No entanto, lembrou que já é constatada a alta incidência de atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

“A maioria dos pessoas evoluem para gripe comum, casos leves. O estado criará um aplicativo para que as pessoas se consultem, por telemedicina, sem haver necessidade de se dirigir a UPAs e emergências dos hospitais para que não haja esse fluxo exagerado nas UPAs e nas emergências dos hospitais”, comentou.

Ainda de acordo com o secretário Geraldo Medeiros, esse  aplicativo já deverá estar disponível nesta semana. O uso dessa ferramenta também aconteceu no início da pandemia de Covid-19 onde a população pôde tirar as dúvidas sobre a doença e também receber orientações médicas que locais deveriam procurar atendimento se fosse necessário. No caso das síndromes gripais, os cuidados preventivos são semelhantes como o uso de máscaras, higienização das mãos e distanciamento social.

Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1