Paraíba terá reforço de 1.500 policiais nas ruas para acompanhar as manifestações do dia 7 de setembro

Seis municípios da Paraíba serão reforçados para a segurança das manifestações programadas para acontecer no dia 7 de setembro. Ao todo, 1.500 policiais militares a mais integrarão as equipes responsáveis por acompanhar os eventos em João Pessoa e Campina Grande, além das cidades de Guarabira, Patos e Cajazeiras.

De acordo com a Polícia Militar, o reforço faz parte da Operação Independência, que foi iniciada no último sábado (4) e vai atuar até a madrugada da quarta-feira (8) com o foco em garantir a segurança de quem participará dos movimentos e também de quem não vai participar, bem como evitar possíveis encontros de grupos contrários.

A data em que se comemora a Independência do Brasil deve contar com protestos de grupos contrários ao presidente Jair Bolsonaro e a favor do impeachment. Já os apoiadores do chefe do Executivo vão reivindicar o pedido para a abertura de uma investigação do Judiciário, como era o objetivo da CPI da Lava Toga, proposta no Congresso, e outras demandas como o voto impresso.

A operação da Polícia Militar conta com apoio da Coordenadoria de Inteligência, Corregedoria Auxiliar e todo o Estado-Maior Estratégico da instituição.

Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1