Paraíba terá pico de internados com Covid-19 em fevereiro e alto número de mortes e infecções pela Ômicron em março, alerta secretário

A Paraíba terá pico de internados com Covid-19 em fevereiro e alto número de mortes e de infecções pela Ômicron em março, segundo alertou o secretário executivo de Saúde, Daniel Beltrammi. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade nesta segunda-feira (31), Beltrammi disse que haverá dias de dificuldade, mas a Paraíba pode reverter essa tendência.

“Tudo o que a gente já incorporou de modelos de projeção de tentar desenhar o cenário, especialmente com a metodologia da Universidade de Oxford, mostra para nós um pico de casos de Ômicron em 13 de março, um pico de vidas perdidas em 22 de março e um pico máximo de pessoas internadas no dia 21 de fevereiro. Isso mostra que nosso percurso para frente é de alguns dias de dificuldade. Mas a gente pode reverter essa tendência”, informou o secretário executivo de Saúde da Paraíba.

Daniel Beltrammi orientou que as pessoas busquem ficar em casa nos fins de semana e que, caso tenham febre, dor de cabeça e outros sintomas gripais, acionem o Alô Saúde pelo número 3211-9844, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, para receber orientações.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1