Paraíba tem mais de 150 mil declarações do Imposto de Renda 2026 pendentes

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 termina na próxima sexta-feira (29), e mais de 150 mil paraibanos ainda não acertaram as contas com a Receita Federal. A expectativa é que 497.797 contribuintes no estado enviem a declaração dentro do prazo estabelecido pelo órgão.

A entrega da declaração é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 em 2025, além dos contribuintes que se encaixam nas demais regras estabelecidas pela Receita Federal.

Outra mudança anunciada pela Receita Federal para 2026 é a redução no número de lotes de restituição. Neste ano, os pagamentos serão feitos em quatro etapas, e não mais em cinco como ocorreu em anos anteriores. Confira o calendário:

  • 1º lote: 29 de maio
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 31 de julho
  • 4º lote: 31 de agosto

Também deve declarar o Imposto de Renda em 2026 quem se enquadrar em uma das situações previstas pela Receita Federal. Entre os critérios estão:

  • ter recebido rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil em 2025;
  • ter obtido ganho de capital na venda de bens ou direitos sujeitos à tributação;
  • ter realizado operações na bolsa de valores acima de R$ 40 mil ou com lucro sujeito à incidência do imposto;
  • ter utilizado a isenção de imposto na venda de imóvel residencial para compra de outro imóvel no prazo de 180 dias;
  • ter registrado receita bruta superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;
  • possuir bens ou direitos com valor total acima de R$ 800 mil até 31 de dezembro de 2025;
  • ter passado à condição de residente no Brasil em 2025 e permanecido nessa situação até o fim do ano;
  • possuir bens, aplicações financeiras, trust ou rendimentos no exterior;
  • ter atualizado bens imóveis com tributação diferenciada prevista na Lei nº 14.973/2024;
  • desejar atualizar bens mantidos fora do país.

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Pesquisa técnica do Instituto de Pesquisa (IP) revela que cada R$ 1,00 investido pelo município gerou R$ 15,48 em circulação direta no comércio, serviços e polo têxtil local.

SÃO DOMINGOS DO CARIRI (PB) — O 3º Festival da Costura, realizado nos dias 09, 10 e 11 de outubro de 2026, consolidou-se como o maior indutor econômico e cultural do Cariri paraibano. Levantamento estatístico presencial auditado pelo Instituto de Pesquisa (IP) aponta que o evento movimentou entre R$ 2,4 milhões e R$ 3,1 milhões em injeção direta de recursos na cidade, reunindo um público estimado entre 15 mil e 20 mil visitantes.

Com um investimento público referencial de R$ 180 mil na infraestrutura e atrações, o estudo demonstrou um retorno sobre investimento (ROI) socioeconômico de 1.448%. Na prática, cada R$ 1,00 aplicado pela gestão municipal resultou no retorno direto de R$ 15,48 circulando nos caixas de restaurantes, pousadas, lojas, barracas e confecções da cidade.

Aprovação recorde dos serviços públicos

A pesquisa científica, realizada com 200 entrevistas georreferenciadas via GPS e áudio, destacou índices de satisfação comparáveis aos padrões de grandes centros urbanos:

  • Avaliação Geral: 85% dos entrevistados deram notas 9 ou 10 (Excelente) ao evento, totalizando 99% de aprovação positiva.
  • Segurança Pública: 98,6% de aprovação positiva entre moradores e turistas.
  • Limpeza Urbana e Sanitários: 97,2% de avaliações ótimas e boas.
  • Organização e Shows: Mais de 95% de satisfação popular.
  • Índice de Recomendação: 99,3% dos visitantes afirmaram que recomendam a festa e 97,2% têm presença garantida na próxima edição.

Comércio aquecido e valorização do polo têxtil

O impacto fora do pátio de eventos também foi imediato. Entre os comerciantes locais fixos, 64,5% confirmaram aumento direto nas vendas, e 61,3% realizaram contratações temporárias ou reforço de estoque para atender à demanda.

Nos estandes da feira, 100% dos expositores e costureiros afirmaram que o festival fortalece a identidade econômica de São Domingos do Cariri. Além das vendas diretas, 65,2% dos confeccionistas destacaram o ganho de visibilidade da marca e 43,5% fecharam contatos para encomendas futuras no atacado.

O gasto médio individual do público ficou em R$ 159,25 por pessoa, com destaque para os turistas regionais (R$ 185,29) e comerciantes (R$ 245,16). Os dados comprovam que o Festival da Costura deixou de ser apenas uma festividade tradicional para se firmar como uma política pública de desenvolvimento regional, geração de emprego e renda sustentável.

Com Ascom