Paraíba tem aumento em internações de pessoas com Covid-19 em 2022

A Paraíba registrou aumento no número de regulações e internações de pacientes com Covid-19 na rede hospitalar do estado nos primeiros dias do ano.

Conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde, na última segunda-feira (3), no período de 24 horas, foram regulados 18 pacientes e internados 93. Este é o maior número de internações nos últimos 23 dias.

O dado confirma as previsões feitas por autoridades em saúde de que um aumento dos casos de Covid-19 iria ocorrer após as festas de final de ano.

O último boletim divulgado pela SES mostra que somente ontem 25 pessoas foram diagnosticadas com a covid-19. Além disso, uma pessoa morreu vítima da doença

Confira os dados da regulação e internação de pacientes:

20/12 – 6 | 90
21/12 – 7 | 82
22/12 – 8 | 85
23/12 – 10 | 87
24/12 – 8 | 77
25/12 – 3 | 68
26/12 – 5 | 74
27/12 – 9 | 77
28/12 – 8 | 87
29 /12 – 7 | 79
30/ 12 – 5 | 78
31/12 – 8 | 79
01/01 – 5 | 76
02/01 – 15 | 85
03/01 – 18 | 93

Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1