Paraíba registra mais de 3 mil casos de Covid-19 e 40 internações nas últimas 24h

A Paraíba registrou 3.172 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo informado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) em boletim emitido nesta quarta-feira (26). O estado agora totaliza 483.908 casos confirmados da doença.

Ainda conforme o boletim diário, 40 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo 248 pacientes estão internos nas unidades de referência pra Covid-19.

Segundo a SES, foram registrados mais dois óbitos, um deles ocorrido nas últimas 24 horas. As vítimas foram duas mulheres, de 65 e 83 anos. O estado também contabiliza 367.709 pacientes recuperados da doença

Ocupação de leitos

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo estado é de 33%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 43%.

Em Campina Grande, estão ocupados 23% dos leitos de UTI adulto e, no Sertão, 50% dos leitos de UTI para adultos.

Ainda segundo a Secretaria, não houve atualização dos dados das vacinas aplicadas na Paraíba nesta quarta-feira (26). A última atualização foi feita no dia 20 de janeiro.

De Olho no Cariri

Portal Correio

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1