Paraíba registra mais 100 novos casos da variante Delta do novo coronavírus

A Paraíba registrou mais 100 novos casos da variante Delta do novo coronavírus, de acordo com o secretário de estado da saúde, Geraldo Medeiros. A Fiocruz enviou 131 casos analisados, confirmando 100 para a variante Delta e 31 para a variante Gama.

Conforme o secretário Geraldo Medeiros, os casos que evoluem para casos mais graves, ocorrem, normalmente, em pessoas que se recusaram a se vacinar, ou em idosos. Por isso, a partir da próxima semana, os idosos acima de 70 anos e as pessoas imunossuprimidas serão contempladas com a dose de reforço da vacina contra a Covid-19.

A data de sintomas do primeiro caso confirmado de infecção pela variante Delta é do dia 15 de julho, de um homem com 23 anos, morador de Campina Grande, sem histórico de viagem ou contato de caso confirmado para a Delta.

Também foi registrada a morte de homem de 42 anos, sem comorbidades e sem histórico vacinal, que havia viajado para o Rio de Janeiro e morava em João Pessoa. Os familiares dele não apresentaram sintomas e o caso deve seguir ainda em investigação, pelo município, para rastreio dos contatos.

Atualmente, a Paraíba tem 436.341 casos confirmados de contaminação e 9.224 mortes causadas pelo novo coronavírus.

A ocupação de leitos de UTI em todo o estado é de 19%. Na região metropolitana de João Pessoa, 15% dos leitos de UTI para adultos estão ocupados. Em Campina Grande, o mesmo setor tem taxa de 26%. No Sertão, 28% dos leitos de UTI estão ocupados.

De Olho no Cariri

G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1