Paraíba registra 107 novos casos de Covid-19 e tem 22% dos leitos SUS para tratamento da doença ocupados

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste sábado (8), 107 casos de covid-19. Entre os casos confirmados hoje, cinco (4,7%) são moderados ou graves e 102 (95,3%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 465.373 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.356.122 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Nenhum óbito foi registrado desde a última atualização. Com isso, o estado totaliza 9.606 mortes. O boletim registra ainda um total de 361.526 pacientes recuperados da doença.

Óbitos

Até este sábado, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Não houve informação de ocorrência de óbitos neste boletim.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 22%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 37%. Em Campina Grande, estão ocupados 09% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 30% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 07 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 128 pacientes estão internados nas unidades de referência.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1