Paraíba confirma 32 mortes e 2.457​ novos casos de Covid-19 nesta quinta

A Paraíba registrou, nesta quinta (17), 2.457 casos de Covid-19. Também foram confirmados 32 novos óbitos desde a última atualização, sendo 20 ocorridos nas últimas 24h. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde desde a última atualização, 128 (5,2%) são casos de pacientes hospitalizados e 2.329 (94,8%) são leves.

Agora, a Paraíba totaliza 368.578  casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.002.781 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Os óbitos confirmados neste boletim aconteceram entre os dias 31 de maio e 17 de junho de 2021, todos em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 8.269 mortes. O boletim registra ainda um total de 242.820 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 841 novos casos, o que corresponde a 34,2% dos casos registrados nesta quinta. São eles: Campina Grande, com 295  novos casos, totalizando 33.666; João Pessoa, com 293 novos casos, totalizando 93.137; Monteiro, com 92 novos casos, totalizando 3.551; Alagoa Grande, com 89 novos casos, totalizando 3.800; Guarabira, com 73 novos casos, totalizando 8.859.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 17/06/2021, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até esta quinta, 219 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 32 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Boa Vista (1), Brejo dos Santos (1), Cabedelo (1), Campina Grande (3), Catingueira (2), Coremas (1), Desterro (1), Itabaiana (1), João Pessoa (6), Joarez Távora (1), Lucena (1), Monteiro (2), Natuba (1), Patos (5), Princesa Isabel (1), Riachão do Poço (1), Santa Rita (1), Sousa (1) e Triunfo (1).

As vítimas são 20 homens e 12 mulheres, com idades entre 27 e 86 anos. Diabetes foi a comorbidade mais frequente e 14 não tinham comorbidades.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 74%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 70%. Em Campina Grande estão ocupados 77% dos leitos de UTI adulto e no sertão 91% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 87 pacientes foram internados nas ultimas 24h. Ao todo, 908 pacientes estão internados nas unidades de referência.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 1.538.203 doses. Até o momento, 1.065.302 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 472.901 com a segunda dose da vacina. A Paraíba já distribuiu um total de 1.849.448 doses de vacina aos municípios.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1