Paraíba aplicou mais de 53 mil doses no Dia D de vacinação contra Covid-19

A Paraíba aplicou 53.388 doses de vacinas contra o coronavírus, nos 223 municípios da Paraíba, no sábado (25) de Dia D. A ação, promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), teve apoio das gestões municipais para avançar com a vacinação de primeira e segunda doses, além das doses de reforço em idosos acima de 70 anos.

O principal objetivo da ação conjunta foi o de alcançar as pessoas não vacinadas ou aquelas que não receberam a segunda dose no tempo oportuno, sem a necessidade de agendamentos. De acordo com o levantamento realizado pela SES, mais de 500 mil pessoas ainda não tinham recebido a segunda dose da vacina antes do Dia D e mais de 100 mil pessoas acima de 18 anos ainda não tinham tomado a primeira dose.

A Paraíba já distribuiu o quantitativo de doses necessário para vacinar 100% da população adulta com a primeira dose. Para o secretário de Saúde do estado, Geraldo Medeiros, é de suma importância que a população esteja atenta a se vacinar no tempo correto para que o Estado possa voltar gradativamente à normalidade das atividades. Ele destaca ainda o esforço das equipes que participaram deste Dia D, para proteger a população contra a covid-19.

“Mais de 53 mil paraibanos vacinados em um único dia, graças ao empenho das equipes municipais e estaduais que acompanharam e estiveram durante todo o sábado aplicando vacinas e orientando a população a respeito dos prazos e a importância da vacinação contra este vírus. Sem dúvidas, esse dia vem a realçar a cobertura vacinal no estado e promover um avanço nas primeiras doses, graças ao esforço destes profissionais a mobilização popular que aderiu a esta campanha”, destaca.

A população que ainda não conseguiu se vacinar, ou mesmo não pode comparecer ao Dia D, ainda pode se dirigir aos postos de vacinação do seu município, de acordo com o calendário das secretarias municipais de saúde, responsáveis pela estratégia vacinal. A meta mínima a ser alcançada para a vacinação é de 90% do público-alvo preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1