Paraíba abre inscrições para 500 vagas de intercâmbio Conexão Mundo

As inscrições para intercâmbio gratuito do programa Conexão Mundo na Paraíba seguirão até o próximo dia 28 de agosto. Conforme edital obtido pelo ClickPB, o programa internacional de intercâmbio do Governo da Paraíba ampliou de 400 para 500 vagas na edição 2026. O intercâmbio terá duração de três meses, com prioridade para estudantes da rede pública matriculados na 1ª (primeira) e 2ª (segunda) série do Ensino Médio. Os destinos dos estudantes serão países de língua Espanhola ou Inglesa.

De acordo com o secretário de Estado da Educação, Erivonaldo Alves, a nova oferta contempla 300 vagas para o curso de língua inglesa, das quais 50 serão destinadas exclusivamente a alunos matriculados no 1º ano do Ensino Médio, e 200 vagas para a modalidade de língua espanhola, abrindo novas portas para que mais jovens conheçam diferentes culturas e ampliem seus horizontes acadêmicos e pessoais.

Além do programa Conexão Mundo, o secretário também destacou os avanços consolidados na educação paraibana nos últimos anos, como o alcance do melhor resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Além disso, relembrou importantes políticas públicas de permanência e apoio aos estudantes, a exemplo da concessão do Passe Livre a 50 mil alunos, as oportunidades geradas pelo programa Primeira Chance e a garantia de 348 mil refeições diárias servidas nas escolas da rede estadual.

“Ser estudante é aprender, fazer amigos, descobrir talentos, sonhar e começar a construir o futuro. A Educação da Paraíba está trabalhando para que vocês tenham cada vez mais oportunidades, por isso não tenham medo de sonhar grande. Aproveitem, participem, criem, perguntem e, principalmente, acreditem em vocês, porque o futuro da Paraíba está em cada estudante e toda a nossa equipe está trabalhando para que vocês alcancem seus sonhos”, destacou Erivonaldo Alves.

Acesse o edital na íntegra e saiba como concorrer a uma das bolsas clicando aqui

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB