OUTUBRO ROSA: Secretaria de Saúde de Serra Branca promoverá dia D voltado para os cuidados com a saúde da mulher

A Secretaria de Saúde de Serra Branca, promoverá no próximo sábado dia 26 de outubro, a partir das 07h00, um dia voltado para os cuidados com a saúde feminina.

Estarão sendo ofertados os serviços de: ultrassonografias da mulher com o Dr.Filippe Alencar, consultas em ginecologia com a Dra. Kévia Bezerra, coletas de exames citopatológicos com a Enfermeira Clara Medeiros, multivacinação (atualização do calendário vacinal) e Testes rápidos (hiv, sífilis e hepatite).

O momento ainda contará com uma palestra sobre o Outubro Rosa com o tema “se conheça, se previna, se ame”. Todas as ações serão realizadas na sede da própria secretaria de saúde.

Os atendimentos em ultrassons e ginecologia obedecerão a demanda reprimida existente, onde serão chamados aqueles pacientes que já deixaram os seus encaminhamentos na secretaria.

ASCOM – PMSB
Imagem: ASCOM/PMSB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri