OPINIÃO: Presidencialismo de coalizão um modelo carcomido que destrói a república brasileira

O Brasil tem tudo para dar certo. Solo fértil, grandes reservas minerais. Maior potência de água própria para consumo humano do mundo. Forte complexo agrícola. Maior biodiversidade do planeta. Grande polo petroquímico. Temos a riqueza do pré-sal.

O que não podemos é continuar elegendo este mesmo modelo político carcomido chamado: “Presidencialismo de coalizão”. Onde para se governar tem que se ajoelhar a pior espécie de “gatunagem” de Brasília. Se associando à figuras repetidas, carimbadas do cenário político nacional, que não aprenderam outra coisa, a não ser usar a República como instrumento de seus interesses particulares e projetos de poder. Tudo a serviço do fisiologismo político e da rapinagem nacional.

O campo progressista precisa fazer uma autocrítica, esse modelo vem sendo praticado há anos. O resultado está posto. O país de costas para o desenvolvimento. Desindustrialização. Subemprego. A serviço do especuladores internacionais, e nossa soberania em frangalhos. Não dá mais. É preciso se insurgir contra este estado de coisas parasitárias que atacam nossa nação brasileira. Um forte abraço companheiros!

Marcondes Pinto ( Apenas mais um cidadão brasileiro preocupado com os rumos desta pátria amada).

Advogado Criminalista, ex-presidente da comissão de Direito Penal da OAB Caruaru.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1