Operação Lei Seca será intensificada em toda Paraíba e região do Cariri terá fiscalização ampliada

Por orientação do Detran-PB, a Operação Lei Seca será intensificada em toda a Paraíba, com foco não só nos grandes centros, mas também nas cidades do interior. No Cariri, por exemplo, serão as ampliadas as fiscalizações aos motoristas que dirigem sob efeito do álcool.

De acordo com o coordenador de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do órgão, coronel Rochester Vale, o objetivo é inibir a prática abusiva de dirigir sob o efeito de álcool.

Ainda segundo o coronel, uma média de três equipes de agentes de trânsito, e parcerias como BPTran, Polícias Militar e Civil, as Secretarias de Mobilidade Urbana dos municípios e também da Polícia Rodoviária Federal reforçam as fiscalizações.

Foto: Fabiane de Paula

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1