Opera Paraíba ultrapassa a marca de 7.500 cirurgias e já tem mais de 2 mil programadas para outubro

O Opera Paraíba chega ao fim do mês de setembro com um saldo positivo na conta: já são 7.590 cirurgias realizadas desde o início do programa, em 2019. O mutirão de cirurgias eletivas foi retomado no último mês de agosto, e só este ano 2.054 pessoas foram beneficiadas com algum dos procedimentos oferecidos.

A dona de casa Maria Eugênia, de 46 anos, moradora da cidade de Boa Vista, foi uma das contempladas. A paciente tinha uma pedra na vesícula há 26 anos, e já estava sem esperança de conseguir o procedimento. Ela conta que durante todos esses anos foram vários episódios de dores intensas, que se agravaram nos últimos meses.

No último dia 11 de setembro, a paciente foi submetida à cirurgia, que aconteceu no Hospital de Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande. “Pra mim foi um presente de Deus conseguir essa cirurgia, porque nesses anos todos, eu não tive saúde e a situação só pirou. Recentemente o médico disse que eu precisava de uma cirurgia urgente”, contou a dona de casa.

A força-tarefa tem passado por vários municípios paraibanos atendendo todas as regiões do estado e beneficiando pessoas que estão há anos na fila de espera. “O programa Opera Paraíba, idealizado pelo Governo do Estado, comtempla os paraibanos e paraibanas que há 50 anos exigiam e clamavam por um vazio assistencial que deveria ser preenchido. Nesse momento nós temos os números que evidenciam o êxito do programa”, destacou o secretário de estado da saúde, Geraldo Medeiros.

Para o mês de outubro, estão programadas mais de 2 mil cirurgias, entre cirurgias gerais e oftalmológicas. “Nossa previsão é continuar com o programa no sentido de zerar a fila até o final do próximo ano, atendendo cerca de 20 mil paraibanos e paraibanas que necessitam de cirurgias eletivas”, finalizou Geraldo Medeiros.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1