Governo do Estado retoma obra de sistema adutor para comunidade rural de Sumé

A Secretaria de Infraestrutura do Governo do Estado retomou a obra de abastecimento d’água do Distrito de Pio X, zona rural do município de Sumé.

A obra irá levar água do sistema adutor do Congo para a comunidade. O Pio X que já é abastecido pelo sistema adutor do açude Cinco Vacas, poderá agora receber também águas da Transposição do Rio São Francisco, já que a adutora do Congo também receberá as águas do rio.

Com o sistema adutor do açude que foi construído na gestão do ex-prefeito Neto, será possível agora levar as águas da transposição até a comunidade.

O prefeito Éden lembra que vinha sempre solicitando ao Governo do Estado que a adutora do Congo se estendesse até o Distrito, pois sabia que com a obra seria possível levar água da transposição até a comunidade rural, garantindo assim mais segurança hídrica.

 

De Olho no Cariri

Com Ascom

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri