‘O governo é tão ruim que conseguiu ressuscitar o Lula’, diz Sérgio Moro sobre desempenho de Bolsonaro

O ex-juiz e pré-candidato à presidência Sergio Moro (Podemos) criticou, nesta sexta-feira (7), durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM, o desempenho do presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, o governo é tão ruim, que conseguiu ressuscitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Durante a entrevista, Moro disse que é preciso acabar com a polarização e para isso vai tentar unir os outros pré-candidatos. Ele chamou a atenção para a possibilidade da volta da corrupção e do período de recessão econômica, caso o ex-presidente Lula vença as eleições. “Temos que acabar com isso, e a hora é agora. Essa é a nossa chance”, destacou.

Questionado sobre a possibilidade de engatar uma pré-candidatura ao Senado, caso o projeto de chegar à presidência não vingue, Sergio Moro garantiu que esse cenário não existe. “Não existe essa possibilidade”, cravou.

Com Portal Paraíba

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1