Número de leitos Covid-19 começam a ser ampliados na Paraíba após hospitais atingirem ocupação máxima

O número de leitos Covid-19 na Paraíba começam a ser ampliados após hospitais referências no atendimento registrarem ocupação máxima de suas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), nesta terça-feira (25). Exemplo disso foram os hospitais Metropolitano Dom José Maria Pires, em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, e o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, em Patos, no Sertão do Estado.

Hoje, somente no Hospital Metropolitano há 10 leitos de UTI e 10 de enfermarias. Todos estavam ocupados. “Nós tínhamos 44 leitos e aos poucos fomos ocupando os leitos com doenças não Covid-19 e agora vai haver a reversão gradual na medida que houver necessidade de leitos de Covid-19 tiverem sido ocupado”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros.

De acordo com o secretário, já há um processo de ampliação dos leitos à medida que houver a necessidade de mais leitos nesses hospitais. Além disso, destacou que a ampliação ocorre quando os leitos atingem 70% ou 80% da ocupação. Terão leitos ampliados os hospitais Clementino Fraga, Metropolitano de Santa Rita, o Regional de Patos (Janduhy Carneiro) e o de Clínicas (em Campina Grande).

Em relação a situação de Patos, dos 38 leitos de UTI e de enfermarias distribuídos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, 30 estavam ocupados no dia de ontem (25) conforme o boletim da Secretária Municipal de Saúde de Patos. Dos 24 leitos do Hospital (5 UTIs e 19 enfermarias), todos os 5 da UTI estavam ocupados, ou seja, atingiram 100%. Já na enfermaria, 18 estavam ocupados. Já na UPA, que tem 14 leitos, 7 (50%) estavam ocupados.

Até o momento, a Paraíba contabiliza 480.736 casos confirmados desde o início da pandemia até ontem (25) e 9.645 mortes por Covid-19. Já foram realizados 1.292.294 testes. Conforme o último boletim da SES-PB, a ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 30%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 41%. Em Campina Grande, estão ocupados 21% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 43% dos leitos de UTI para adultos.

Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1