Novo concurso com vagas para educação na Paraíba deve ser lançado em breve pelo governador, anuncia secretário

Quem está de olho na possibilidade de ser funcionário público da educação, deve ficar atento ao novo concurso para a área. O Governo da Paraíba deve anunciar nas próximas semanas, o certame que trará vagas para professores. A informação foi passada pelo secretário estadual de Educação e da Ciência e Tecnologia, Cláudio Furtado, em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta segunda-feira (3).

De acordo com o secretário, o governo já estuda um novo edital para a educação, que teve o último certame realizado em 2019 com mais de 1000 vagas.

“Estamos em análise final do novo concurso para profissionais de educação. O governador deve anunciar em breve esse certame. A ideia é lançar vagas para professor e também para outras áreas, a depender da necessidade”, disse.

Cláudio Furtado ressaltou também que ainda não há definição da quantidade de vagas que serão ofertadas no próximo concurso Educação PB, mas confirmou que além de professor, profissionais como psicólogo e assistente social também devem ser incluídos.

“Sabemos que com o novo Fundeb, os profissionais como psicólogos, assistente social são profissionais da educação, e que a um bom tempo não podiam ser contratados pela educação e são extremamente necessário para a rede de ensino”, explicou.

O último edital do concurso SEE PB foi publicado em 2019 e a banca foi o Instituto AOCP. A remuneração oferecida era de R$ 2.110,12 e a jornada de trabalho era de 30 horas semanais.

Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1