Nova lei garante assentos na primeira fileira para alunos com autismo e síndrome de down na PB

Uma nova lei estadual sancionada nesta quinta-feira (19) amplia o direito a assentos na primeira fileira das salas de aula para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Síndrome de Down. A medida também assegura que o assento fique afastado de janelas, cartazes e outros elementos potenciais de distração.

De autoria do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado estadual Adriano Galdino, a lei altera a Lei Estadual nº 11.389/2019, que já garantia assentos específicos, mas apenas para estudantes com Déficit de Atenção, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Dislexia.

Para garantir o direito, será necessária a apresentação, por parte dos pais ou responsáveis pelo aluno, de laudo médico emitido por especialista em neurologia ou psiquiatria.

A lei também determina a realização de formação continuada sobre temas relacionados à escolarização de pessoas com TDAH, TEA, Dislexia e Síndrome de Down. Segundo o texto legal, o objetivo é que o corpo docente e o corpo técnico-pedagógico adquiram maior compreensão sobre as adaptações e flexibilizações curriculares necessárias, além de contar com profissionais capacitados para mediar avaliações com os alunos mencionados na lei.

Com Jornal da Paraíba

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri