No Dia do Estudante, Prefeitura de Boa Vista entrega bicicletas ao projeto de Ciclismo Pedagógico na comunidade quilombola Santa Rosa

A Prefeitura de Boa Vista celebrou o Dia do Estudante ontem (11), com uma ação que une educação, esporte, saúde e cidadania. Alunos da Escola Municipal Manoel Alves Monteiro, localizada na comunidade quilombola Santa Rosa, receberam bicicletas que serão utilizadas no projeto Ciclismo Pedagógico, desenvolvido pela unidade de ensino.

A iniciativa integra as atividades de educação em tempo integral e utiliza o ciclismo não apenas como prática esportiva, mas também como ferramenta pedagógica para estimular autonomia, disciplina, convivência, respeito às regras e consciência ambiental entre os estudantes.

A entrega das bicicletas concretiza uma proposta construída pela própria comunidade escolar e inserida no Projeto Político-Pedagógico (PPP) da instituição. O objetivo é ampliar as experiências oferecidas aos alunos dentro da escola, associando aprendizagem, atividade física e formação para a vida.

Durante a entrega, o prefeito Fernando Aires destacou a importância de transformar em realidade um projeto que nasceu do sonho dos próprios estudantes e educadores. “No dia do estudante estamos fazendo essa entrega de bicicletas para agregar em uma atividade da escola de tempo integral que é o ciclismo, esse projeto pedagógico que vai incentivar a prática esportiva, tornando o estudante mais independente e autônomo, além de incentivar uma vida mais saudável”, afirmou o prefeito.

Com os novos equipamentos, a Escola Manoel Alves Monteiro passa a contar com mais uma ferramenta para diversificar as atividades desenvolvidas com os estudantes e fortalecer a proposta da educação em tempo integral.

A entrega realizada justamente no Dia do Estudante reforça o compromisso da gestão municipal em proporcionar oportunidades que ultrapassem a sala de aula e contribuam para o desenvolvimento integral dos alunos. “Estamos juntos para oportunizar momentos e experiências que façam a diferença na vida de cada um dos nossos estudantes. Parabenizo toda a equipe escolar pela iniciativa e os alunos por abraçarem esse projeto”, concluiu Fernando Aires.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB