Município de Sumé confirma 11 novos casos da Covid-19 nesta terça-feira

Em boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira, dia 11, a Prefeitura Municipal de Sumé através da Secretaria de Saúde registrou dia de hoje a confirmação de 11 novos casos ativos da Covid-19 no município.

1º caso: sexo masculino, 53 anos, sem comorbidades, Centro;
2º caso: sexo feminino, 31 anos, sem comorbidades, Centro;
3º caso: sexo masculino, 61 anos, sem comorbidades, Centro;
4º caso: sexo feminino, 62 anos, sem comorbidades, Centro;
5º caso: sexo feminino, 56 anos, sem comorbidades, Centro;
6º caso: sexo feminino, 44 anos, sem comorbidades, Centro;
7º caso: sexo masculino, 21 anos, sem comorbidades, Centro;
8º caso: sexo feminino, 54 anos, sem comorbidades, Centro;
9º caso: sexo feminino, 38 anos, sem comorbidades, Centro;
10º caso: sexo masculino, 03 anos, sem comorbidades, Centro;
11º caso: sexo masculino, 31 anos, sem comorbidades, Centro.

De acordo com o novo boletim, um paciente se encontra internado em hospital de Campina Grande.  Não foram registrados casos recuperados na data de hoje.

Atualmente o município de Sumé se encontra com 33 casos ativos da Covid-19, tendo já registrado até a presente data 2848 casos confirmados da doença e 2768 casos recuperados. Sumé já confirmou 47 óbitos pela covid-19.

A secretaria Municipal de Saúde de Sumé reforça a importância do reforço da aplicação da terceira dose, além da população continuar seguindo as orientações dos órgãos de saúde, enquanto ao uso de máscaras, a higienização das mãos com álcool 70% e demais medidas apresentadas pela Secretaria de Saúde.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1