Mulher de 50 anos testa positivo para Covid-19 e Boa Vista confirma o seu 3º caso da doença

A Prefeitura de Boa Vista através da Secretaria Municipal de Saúde divulgou no início da noite desta quarta-feira(20) o seu mais novo boletim epidemiológico na qual foi registrado o terceiro caso de Covid-19 (novo coronavírus) no município.

O novo caso confirmado trata-se de um paciente de 50 anos do sexo feminino, residente na zona rural, sem comorbidades, que apresentou tosse, febre, dor no corpo, falta de apetite, de paladar e de olfato. O paciente passou pelo o teste rápido e resultou positivo para IgG, o que garante que já passou da fase de transmissão, contudo continua recebendo a medicação para alguns sintomas que ainda apresenta.

A Secretaria de Saúde de Boa Vista recomendou que a paciente permaneça em isolamento domiciliar, e está realizando todo o acompanhamento necessário com o monitoramento do caso.

A Prefeitura de Boa Vista pede que a população continue mantendo os cuidados e medidas de proteção e ao perceber sintomas procure o serviço municipal de saúde.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1