Mortes por Covid-19 têm queda superior a 90% nos primeiros dias de janeiro, na PB

Os primeiros dias de 2022 atestam uma redução que ultrapassa os 90% das mortes por Covid-19 na Paraíba. A queda é vista quando os dados são comparados com o mesmo período do ano passado. Nos onze primeiros dias de 2021 foram 152 mortes pela doença, este ano o número caiu para 13.

O balanço das mortes no período de um ano foi divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) da Paraíba, e o órgão atribui a queda nos índices de mortes ao avanço da campanha de imunização contra Covid-19. No estado, as vacinas já estão disponíveis para quase todos os públicos, tendo o início da imunização de crianças previsto para esta quinta-feira (13).

A imunização contra o novo coronavírus teve início no dia 19 de janeiro de 2021. Em dezembro, a contabilização dos dados sobre vacinas foi afetada por uma instabilidade nos sistemas do SUS. Com isso, a última atualização, feita há mais de um mês, registrou que a Paraíba possui mais de 60% da população vacinada com duas doses ou dose única.

Entre as 13 mortes registradas nestes primeiros dias de 2021, duas pessoas tinham menos de 50 anos e sem comorbidades. As outras onze vítimas eram, em sua maioria, com idade superior a 70 anos e todas tinham doenças preexistentes. Destes onze primeiros dias, em três deles não houve registro de mortes.

Até o momento, a Paraíba já perdeu, ao todo, 9.609 pessoas acometidas pelo coronavírus.

G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1