Morre o ex-deputado estadual Simão Almeida, vítima de complicações da covid-19

O ex-deputado estadual Simão Almeida morreu nesta quarta-feira (29) aos 77 anos, vítima de complicações da covid-19, em João Pessoa.

Ele estava internado desde 17 de dezembro em um hospital privado da capital e respirava com ajuda de oxigênio. No decorrer dos dias, o quadro clínico foi agravado, incluindo a realização de hemodiálise, e precisou ser transferido para uma unidade de terapia intensiva.

Segundo informações de familiares, ele havia tomado duas doses da vacina contra a Covid-19, mas mesmo assim desenvolveu sintomas graves da doença por ter problemas respiratórios decorrentes de um histórico de fumante.

Filiado ao PCdoB, Simão foi eleito deputado estadual em 1990 com 4.538 votos e chegou a presidir o partido na Paraíba. Durante boa parte da ditadura militar, o parlamentar viveu na clandestinidade. Atualmente, o ex-deputado era o diretor-presidente da Junta Comercial do Estado (Jucep).

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, demonstrou seu pesar diante do falecimento do colega parlamentar. “Neste momento de dor para toda a família nos solidarizamos com os familiares e amigos de Simão Almeida, um grande político do nosso Estado, que deixa grandes lições e um legado de trabalho e luta pelo povo da Paraíba”, ressaltou Adriano Galdino.

De Olho no Cariri

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1