Monteiro poderá ter sinal digital ainda este ano

O Diretor da Rede Paraíba de Comunicação, Eduardo Carlos, dirigente das TVs Cabo Branco e Paraíba (afiliadas da Rede Globo), dos portais G1 Paraíba, Globo Esporte Paraíba e das rádios Cabo Branco FM e CBN João Pessoa, foi recebido na manhã desta quinta-feira, 20, pela prefeita do município de Monteiro, Anna Lorena.

O encontro aconteceu no gabinete da prefeita e ainda estiveram presentes o empresário Alberto Batinga (membro da Associação Brasileira de Rádio e Televisão – PB) e o secretário de Comunicação do município, o jornalista Fred Menezes.

Durante o encontro, o empresário Eduardo Carlos exibiu a prefeita Anna Lorena o projeto para que o sinal da TV Paraíba passe a ser digital ainda este ano, uma vez que à Rede Paraíba de Comunicação já possui autorização para migrar o sistema desde o ano passado.

Eduardo Carlos ainda apresentou à prefeita Anna Lorena como funciona todo o processo, mostrando desde a implantação da TV digital na Paraíba, quando iniciou por João Pessoa com a fase de testes em 2009. “Naquele ano, a TV Cabo Branco se tornou oficialmente a primeira emissora a inaugurar a tecnologia no estado. Em Campina Grande, a televisão com cara de cinema chegou em 2013, fazendo da TV Paraíba a pioneira em HD no interior paraibano. No ano de 2014, o sinal foi inaugurado nas regiões de Itabaiana, Patos, Guarabira, Sousa e Cajazeiras. No início de 2016, a alta definição chegou aos televisores de Catolé do Rocha”, disse Eduardo Carlos.

A prefeita Anna Lorena parabenizou os investimentos que o grupo tem realizado na Paraíba e disse que o município de Monteiro está aberto para receber todos àqueles que queiram investir para torná-la uma cidade cada vez melhor.

A data da solenidade festiva da migração do sinal analógico para digital ficou para ser definido em uma segunda reunião, uma vez que será necessária a instalação de novos equipamentos.

 

De Olho no Cariri

Com Ascom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri