Monteiro confirma de uma só vez 40 novos casos de Covid-19 nesta terça e 86 casos seguem em investigação no município

A Prefeitura de Monteiro, através da Secretária de Saúde, divulgou no início da noite desta terça-feira, 18, mais um boletim epidemiológico do COVID – 19, confirmando o aumento de 40 novos casos confirmados da doença nas últimas 24 horas.

Sendo, 24 (vinte e quatro) novos casos do sexo feminino, entre 05 a 70 anos de idade, 16 (dezesseis) novos casos do sexo masculino, entre 05 anos a 75 anos de idade, os mesmos seguem com orientações e em isolamento social.

Ainda de acordo com o novo boletim divulgado, 86 casos encontra-se sob investigação e os pacientes seguem sendo orientados pelos profissionais de saúde do município.

Com os 40 novos casos, o município de monteiro passou para 124 o número de casos ativos da doença. Sendo o município da região com o maior número de casos da covid-19.

O aumento considerável de número de casos da doença em Monteiro e em toda a região vem deixando à população em alerta e nesta última segunda-feira(17) o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em visita à Monteiro, alertou a população sobre a possibilidade do país está diante de uma possível terceira onda da pandemia do novo coronavírus.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1