Mais de 380 mil crianças devem ser vacinadas contra Covid-19 na Paraíba e prioridade será para as que têm comorbidades

Mais de 380 mil crianças devem ser vacinas devem ser vacinadas contra Covid-19 na Paraíba, segundo informou o secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros. O médico destacou, em entrevista ao programa Arapuan Verdade desta segunda-feira (10), que a prioridade inicial será para as que têm comorbidades.

“As crianças com fatores de comorbidades, com doenças associadas, acamadas é que, inicialmente, serão vacinadas”, disse o secretário ao programa Arapuan Verdade.

Ainda de acordo com Geraldo Medeiros, sobre as doses, “o Governo Federal anuncia que receberá no dia 13. Dia 14 estará distribuindo com os estados. E, provavelmente, a partir do dia 16 os municípios estarão aplicando. Serão, pela nossa previsão, dia 13, 20 mil doses à Paraíba. Progressivamente, dia 20 chegarão mais 25 mil doses, dia 27 mais 25 mil doses.”

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1