Mais de 1,1 milhão de paraibanos dividem o mesmo sobrenome, segundo o IBGE; veja lista dos mais comuns

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta terça-feira (4), a lista de sobrenomes mais comuns no Brasil, a partir dos dados levantados no Censo Demográfico de 2022.

Até então, o instituto só havia publicado rankings de nomes próprios. A primeira edição da base “Nomes no Brasil” saiu em 2016, com dados do Censo de 2010.

Na Paraíba, o sobrenome mais frequente é Silva, presente nos nomes de 1.120.148 habitantes do estado – 28,18% da população.

Em todo o país, o sobrenome está presente nos registros de 16,76% da população – cerca de 34 milhões de brasileiros.

Já os nomes mais populares na Paraíba são Maria (442.358 pessoas) e José (210.814).

Os 10 nomes e sobrenomes mais comuns na Paraíba

Nomes femininos

Maria442.358 pessoas
Ana82.911
Josefa27.669
Francisca25.057
Severina15.509
Rita11.147
Adriana10.202
Julia8.792
Antônia8.610
10ºAmanda8.495

Nomes masculinos

José210.814 pessoas
João84.009
Francisco55.594
Antônio53.896
Pedro33.237
Severino26.988
Carlos24.284
Lucas22.615
Luiz22.018
10ºPaulo19.552

Sobrenomes

Silva1.120.148 pessoas
Santos438.111
Oliveira233.200
Lima217.106
Pereira181.950
Sousa159.463
Alves157.592
Ferreira154.075
Araújo148.972
10ºNascimento140.784

Na seção Nomes no Brasil, no site do IBGE, é possível consultar dados sobre nomes e sobrenomes, com detalhamento de distribuição em estados e municípios e no caso, dos nomes, até o período em que registrou mais pessoas nascidas.

De Olho no Cariri

Com Portal Correio

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A Operação Mata Atlântica em Pé, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e órgãos ambientais, aplicou 15 autos de infração por desmatamento ilegal em quatro municípios paraibanos. A ação foi deflagrada entre 17 e 27 de agosto e atingiu mais de 230 héctares.

As multas, que ultrapassaram os R$ 2 milhões, foram aplicadas nas cidades de São Miguel de Taipu, Massaranduba, Alagoa Grande e Alagoinha. Os ilícitos ambientais foram identificados a partir da fiscalização remota e presencial de sete alertas de desmatamento obtidos por sistemas de monitoramento remoto, como o MapBiomas Alerta.

Operação nacional

Nos 17 estados participantes, incluindo a Paraíba, foram mais de 8 mil hectares autuados e as multas ultrapassaram os R$ 100 milhões.

A Operação Mata Atlântica em Pé utiliza informações produzidas por diversos sistemas de monitoramento remoto, entre eles o MapBiomas Alerta, para identificar áreas com indícios de desmatamento ilegal. Com base nesses alertas, equipes de fiscalização realizam verificações remotas e presenciais para confirmar a ocorrência das infrações ambientais e emitir os devidos autos de infração e termos de embargo.

Penalidades

Confirmadas as irregularidades, os responsáveis ficam sujeitos à aplicação de multas e demais sanções administrativas e a reparação integral dos danos ambientais e climáticos, sem prejuízo na apuração da responsabilidade nas esferas cível e criminal.

As áreas desmatadas ilegalmente também podem sofrer restrições relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), ao acesso ao crédito rural e a outros instrumentos previstos na legislação ambiental.

De Olho no Cariri

Com Portal Correio