Justiça aumenta pena de Johannes Dudeck por estuprar e matar Mariana Thomaz

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba aumentou, na tarde desta terça-feira (23), a pena imposta a Johannes Dudeck pela morte da estudante de medicina Mariana Thomaz. O acusado foi inicialmente condenado a 32 anos de prisão em novembro do ano passado.

Por sugestão do desembargador Fred Coutinho, o Poder Judiciário ampliou a pena por homicídio qualificado para 25 anos e seis meses, dois a mais do que havia sido imposto anteriormente pelo juízo de primeira instância.

Para Fred, houve um “erro matemático” na aplicação da pena. Com o aumento, a pena a Johannes Dudeck chegou a 34 anos e seis meses, quando somada às demais condenações.

Ao votar, o desembargador Ricardo Vital de Almeida citou o que chamou de “crueldade” como o réu agiu contra a vítima. O pensamento foi seguido pelo juiz José Ferreira Ramos.

“A gravidade desse crime merece a resposta mais rígida possível”, afirmou o magistrado.

O caso  

O corpo de Mariana foi encontrado no dia 12 de março de 2022, após a polícia receber uma ligação de Johannes Dudeck informando que a estudante estava tendo convulsões. A investigação observou sinais de esganaduras.

O réu foi preso no local e encaminhado para um presídio especial de João Pessoa. O relatório final do inquérito indicou os crimes de feminicídio e estupro, conforme informações obtidas do laudo tanatoscópico do Instituto de Polícia Científica (IPC), exame feito para comprovar a existência de violência sexual.

O feminicídio de Mariana Thomaz resultou na edição da Lei Estadual 12.297/22 (Lei Mariana Thomaz) que determina, entre outras medidas, que as instituições estaduais de assistência e acompanhamento às mulheres promovam a divulgação dos sites e demais locais de consulta sobre os antecedentes criminais de terceiros.

Com MaisPB

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Uma família viveu momentos de pânico na noite da última terça-feira (6), após ser surpreendida por um grupo de seis homens armados que invadiu uma residência no sítio Antônio Ferreira, na zona sul do município de Juazeirinho.

De acordo com as primeiras informações, os criminosos cercaram a residência e fizeram o proprietário, identificado como Mané de Chicuta, refém. Durante a ação, a vítima teria sido agredida com uma coronhada na cabeça. A esposa também teria sido submetida a momentos de forte pressão psicológica.

Os criminosos fugiram levando um veículo, uma motocicleta e uma televisão, seguindo em direção à zona urbana de Juazeirinho.

A Polícia foi acionada e realizou diligências na tentativa de localizar os suspeitos. Posteriormente, o veículo e a motocicleta foram encontrados nas proximidades do Barreiro de Zé Gago.

Até o momento, a televisão não havia sido localizada e nenhum suspeito havia sido preso.

A Polícia segue investigando o caso e realizando buscas na tentativa de identificar e localizar os envolvidos.

De Olho no Cariri

Com Blog do Wellington Farias