Juiz volta atrás e revoga prisão do cantor Lenno Ferreira

A Justiça de Pernambuco revogou a prisão preventiva do cantor Lenno Ferreira, vocalista da banda de forró Desejo de Menina. A decisão foi proferida nesta segunda-feira (2) pelo juiz Tomas Cavalcante Nunes Amorim, o mesmo que havia determinado a prisão.

A defesa do cantor afirmou que o magistrado reconsiderou a medida “com base no laudo da Polícia Rodoviária Federal, que trouxe elementos favoráveis a Lenno.”

Lenno foi preso na madrugada do último domingo (1°), logo após um show em uma festa junina no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa. Contra ele, havia um mandado de prisão preventiva em aberto por causa de um acidente no Sertão de Pernambuco, que deixou uma pessoa morta e outras sete feridas

Com a nova decisão, o cantor deve deixar o Presídio do Roger ainda nesta terça (3), onde está detido desde o fim de semana

Com MaisPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri