Israel fecha embaixadas pelo mundo e interrompe missões após ataque ao Irã

Em meio ao conflito entre Israel e Irã, o governo israelense informou nesta sexta-feira (13) que fechará as missões e os serviços consulares ao redor do mundo. Não foi informado por quanto tempo a medida será válida, mas, segundo o país, um relatório online ficará disponível para israelenses no exterior informarem sua localização e status.

No comunicado, Israel faz uma série de recomendações de segurança para israelenses no exterior, entre elas que seja evitado a exibição de símbolos judaicos ou israelenses em espaços públicos, publicar detalhes identificáveis ​​sobre sua localização ou planos de viagem nas redes sociais, além de alertar para que cidadãos fiquem alerta em locais públicos.

Na noite desta quinta-feira (12), pelo horário de Brasília, forças israelenses realizarem um ataque aéreo contra o Irã. O bombardeio foi confirmado pelo IDF (Forças de Defesa de Israel) e teve como alvo o programa nuclear iraniano. A capital Teerã também foi atingida.

Veja as recomendações:

• Evite exibir símbolos judaicos ou israelenses em espaços públicos.

• Evite publicar detalhes identificáveis ​​sobre sua localização ou planos de viagem nas redes sociais.

• Evite participar de grandes reuniões ou eventos associados a Israel ou às comunidades judaicas.

• Cooperar com as forças de segurança locais e seguir suas instruções imediatamente se for exposto a atividades hostis.

• Fique extremamente alerta em locais públicos.

• Em caso de emergência, entre em contato com a missão no país de residência usando os números de emergência que aparecem na página “Fale Conosco”.

Segundo Effie Defrin, porta-voz do IDF, o Irã “está mais perto do que nunca de conseguir uma arma nuclear” e, por isso, Israel “não teve escolha”.

A alegação do IDF é que o Irã tem urânio enriquecido suficiente para construir várias bombas em poucos dias. “Hoje, o Irã está mais perto do que nunca de obter uma arma nuclear. Armas de destruição em massa nas mãos do regime iraniano são uma ameaça existencial ao Estado de Israel e ao mundo em geral”, afirmou em comunicado.

Em pronunciamento, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que esse momento é “decisivo na história de Israel”. Netanyahu ainda afirmou que a operação continuará pelos próximos dias. “Há alguns momentos, Israel lançou a Operação Leão Ascendente, uma operação militar direcionada para conter a ameaça iraniana à sobrevivência de Israel. Esta operação continuará pelos dias necessários para eliminar essa ameaça”, disse.

R7.com

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri