Inscrições para o concurso da CGU com 375 vagas começam nesta segunda-feira

A Fundação Getúlio Vargas, responsável pela organização e realização do concurso da Controladoria-Geral da União (CGU), publicou o edital do certame na última quinta-feira (23). Segundo o cronograma, as inscrições podem ser feitas entre 3 de janeiro e 1º de fevereiro de 2022, pelo site www.conhecimento.fgv.br.

As provas objetivas estão previstas para serem aplicadas no dia 20 de março de 2022.

São 375 vagas, sendo 300 para o cargo de auditor Federal de Finanças e Controle (AFFC) e 75 para o cargo de técnico Federal de Finanças e Controle (TFFC).

Atualmente existem na CGU 1.578 cargos de auditor e 273 cargos de técnico ocupados. O cargo de auditor não exigirá formação específica, apenas nível superior.

A jornada de trabalho dos servidores da CGU é de 8 horas diárias, e a carga horária é de 40 horas semanais. Os valores iniciais do subsídio dos cargos da Carreira de Finanças e Controle são R$ 19.197,06 para auditor Federal de Finanças e Controle e R$ 7.283,31 para técnico Federal de Finanças e Controle.

De acordo com o edital, 5% das vagas serão reservadas às pessoas com deficiência (PCD). Aos candidatos negros serão 20% das vagas na forma da Lei nº 12.990/2014. O prazo de validade do edital é de dois anos, contados da data da publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período.

Acesse o edital, no site da FGV, e confira todos os detalhes do processo.

De Olho no Cariri

Jornal da Paraíba

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1