Incêndio na zona rural de São João do Cariri já dura 3 dias e devastou grande área agrícola

Um incêndio de grandes proporções atinge a zona rural do município de São João do Cariri, mais precisamente nas imediações do Sítio Gangorra, zona rural do município. O incêndio teve início desde o último sábado (10) e até o momento segue se alastrando pelas propriedades rurais vizinhas.

De acordo com informações colhidas pelo portal De Olho no Cariri, o fogo tem se espalhado rapidamente pela mata, por conta do clima quente e seco na região. Moradores tentam a todo custo minimizar para que o incêndio não se propague, mas as chamas continuam se lastrando pela região.

Moradores e populares já acionaram o Corpo de Bombeiros, que estiveram no local e controlaram inicialmente o fogo, mas o incêndio voltou a se alastrar. Equipes estão no local e tentam controlar as chamas com ajuda do maquinário da Prefeitura de São João do Cariri.

Outro foco de incêndio foi visto por moradores na saída de São João do Cariri para Serra Branca. Moradores também pedem a intervenção do Corpo de Bombeiros.

Na semana passada, um incêndio também havia sido registrado em uma propriedade nas proximidades do Distrito de Malhada da Roça, mas o fogo foi controlado pelo Corpo de Bombeiros, com apoio dos moradores.

A unidade dos Bombeiros de Sumé já conta com profissionais atendendo as demandas da região, mesmo sem está inaugurada e com atendimento ao público em geral.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1