Incêndio atinge barraca de lanches na Central de Aulas da UEPB, em Campina Grande

Um incêndio foi registrado na noite desta quinta-feira (8), Central Integrada de Aulas (CIA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande. O caso foi notificado por volta 18h40. As chamas atingiram o setor de barracas que fica por trás do prédio da CIA. Uma comerciante ficou ferida.

O Corpo de Bombeiros de Campina Grande confirmou a solicitação do incêndio, mas até 18h50 a equipe de combate não havia chegado ao local. Uma comerciante que trabalha na barraca atingida teve um ferimento na perna e queimaduras no braço. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para socorrer ela.

O médico socorrista disse que apesar do ferimento, a comerciante estava bem e consciente. Ele deve ser encaminhada para o Hospital de Trauma de Campina Grande apenas para ser medicada.

Uma professora disse que estava passando ao lado da barraca quando escutou uma explosão e já percebeu as chamas. Ela disse que a comerciante foi retirada do local pelo teto da barraca com a ajuda de um rapaz. “Ele salvou a vida dela”, disse a professora Vânia.

Não há informações sobre o que pode ter provocado o início do incêndio. A assessoria de imprensa da UEPB informou que a reitoria da instituição já tomou conhecimento do caso, que está apurando as informações e que deve divulgar uma nota ainda nesta quinta-feira.

Com G1 PB

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB