IFPB publica edital de concurso com 53 vagas e salários iniciais de até R$ 4,9 mil; confira

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) publicou, nesta quarta-feira (1º), o edital de um concurso público com 53 vagas para cargos de níveis médio/técnico e superior.

Os salários variam de R$ 2,4 mil a R$ 4,9 mil, além de benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.000 e adicionais previstos em lei. Veja a lista de vagas no final da matéria.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site da banca Instituto AOCP (www.institutoaocp.org.br), entre 9 de outubro e 5 de novembro de 2025. As taxas variam de acordo com o nível de cada vaga, sendo R$ 100 para cargos de Nível C, R$ 120 para cargos de Nível D e R$ 150 para cargos de Nível E. Pedidos de isenção poderão ser feitos entre os dias 9 e 10 de outubro.

A prova objetiva está agendada para ser aplicada em 7 de dezembro.

O concurso oferta vagas para:

• Assistente de Aluno
• Assistente em Administração
• Técnico em Contabilidade
• Técnico em Enfermagem
• Técnico de Laboratório (Edificações, Física, Informática, Mineração, Química, Recursos Pesqueiros)
• Técnico de Tecnologia da Informação
• Administrador
• Analista de Tecnologia da Informação
• Arquivista
• Assistente Social
• Bibliotecário/Documentalista
• Enfermeiro
• Médico (Psiquiatria)
• Nutricionista
• Pedagogo
• Psicólogo
• Técnico em Assuntos Educacionais

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil