IBGE oferece 688 vagas temporárias na Paraíba com salários de até R$ 4 mil

Para realizar o Censo Agropecuário a partir de 1º de outubro deste ano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou edital com 688 vagas temporárias para realização do censo na Paraíba. Há vagas para nível médio e superior com salários de R$ 1,6 mil a R$ 4 mil. A prova está prevista para 2 de julho.

O primeiro edital com uma parte das vagas foi lançado na segunda-feira (10) e o próximo vai ser lançado no dia 20 de abril, uma quinta-feira. A inscrições para o primeiro processo seletivo simplificado – o que já está liberado – são feitas pelo site da Fundação Getúlio Vargas e são para as vagas de Analista Censitário (nível superior) e Agente Censitário (médio), o prazo final é 9 de maio.

A taxa de inscrição varia de R$ 41 a R$ 78. Os selecionados vão ter carga horária semanal de 40 horas, o salário de acordo com a função, auxílio-alimentação, férias e 13° salário. Os serviços prestados para o IBGE terão duração entre sete e 13 meses, de acordo com o cargo, podendo ser prorrogado por igual período de acordo com a demanada do serviço e disponibilidade de orçamento.

Para a função de Analista Censitário (nível superior), a duração do contrato é de 13 meses; enquanto para Agente Censitário Administrativo (nível médio) é de dez meses. O contrato de Agente Censitário Regional (médio) está previsto para nove meses e sete meses para o de Agente Censitário de Informática (médio).

Censo Agropecuário

Os contratados temporários vão fazer parte do 10º Censo Agropecuário do IBGE. A previsão é de as atividades começarem em 1º de outubro de 2017. Ao longo de cinco meses, os recenseadores vão visitar mais de 5 milhões de estabelecimentos agropecuários em todo o país.

O trabalho é de levantar informações sobre a área, a produção, as características do pessoal ocupado, o emprego de irrigação, o uso de agrotóxicos e a agricultura familiar, entre outros temas. Os resultados do Censo Agro 2017 devem começar a ser divulgados pelo IBGE em 2018.

Com G1 PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri