Hospital Geral de Serra Branca implanta videolaparoscopia e realiza procedimento inédito na região

O Hospital Geral de Serra Branca alcançou mais um importante avanço na oferta de serviços de saúde ao implantar a técnica de videolaparoscopia em seu Centro Cirúrgico. A tecnologia, que já começou a ser utilizada na unidade, representa um marco para a assistência hospitalar no Cariri paraibano, ampliando o acesso da população a procedimentos cirúrgicos menos invasivos e mais modernos.

A videolaparoscopia permite a realização de cirurgias por meio de pequenas incisões, utilizando uma câmera de alta definição e instrumentos específicos. Entre os principais benefícios estão a maior precisão durante o procedimento, menor trauma cirúrgico, redução da dor no pós-operatório, menor risco de infecções, recuperação mais rápida e menor tempo de internação dos pacientes.

O secretário municipal de Saúde, Diego Nunes, destacou que a implantação da técnica representa um importante investimento na qualificação da rede pública de saúde: “A chegada da videolaparoscopia ao Hospital Geral de Serra Branca demonstra o compromisso da gestão em investir continuamente na modernização dos serviços de saúde. Estamos oferecendo à população um procedimento que até então não estava disponível na região, garantindo mais segurança, qualidade e humanização no atendimento aos nossos pacientes.”

A diretora-geral do Hospital Geral de Serra Branca, Ingryd Vilar, ressaltou o empenho das equipes para tornar esse avanço uma realidade: “Este é um momento histórico para o nosso hospital. Toda a equipe trabalhou para que a unidade estivesse preparada para receber essa tecnologia, desde a estrutura até a capacitação dos profissionais. Quem ganha é a população, que passa a contar com um serviço de alta qualidade, realizado perto de casa.”

Os procedimentos são conduzidos por uma equipe médica altamente qualificada, formada pelo cirurgião geral Dr. Valeriano Soares Azevedo (CRM-PB 4115), pelo médico auxiliar Dr. Felipe Menezes Lima (CRM-PB 18135) e pelo anestesiologista Dr. Antônio Carlos Vieira (CRM-PB 3997).

Com a implantação da videolaparoscopia, o Hospital Geral de Serra Branca fortalece sua estrutura assistencial e reafirma o compromisso da Prefeitura de Serra Branca, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em investir na ampliação dos serviços especializados, garantindo mais tecnologia, eficiência e qualidade no atendimento à população de Serra Branca e de toda a região.

SECOM/PMSB

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB