Homem natural de Sumé envolvido em acidente na Serra do Teixeira não resiste aos ferimentos e morre

O homem natural de Sumé, identificado como Antônio Laerte Oliveira, de 67 anos, não resistiu aos ferimentos e faleceu após o grave acidente ocorrido na tarde da terça-feira (4), na Serra do Teixeira, zona rural de São José do Bonfim, no Sertão da Paraíba.

Antônio conduzia um veículo de placa KRR 7C58 quando perdeu o controle e colidiu contra a mureta de uma ponte, no pontilhão do Açude Vermelho. Com o impacto, o carro incendiou-se completamente.

A esposa da vítima, Maria Denicie de Oliveira Silva, de 62 anos, também natural de Sumé, estava no veículo e sofreu lesões no braço direito. Ela foi socorrida por uma equipe do SAMU e encaminhada para o hospital.

O local foi isolado pelas equipes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e SAMU, que realizaram o atendimento e os procedimentos periciais. O corpo de Antônio Laerte foi removido para o Instituto de Polícia Científica (IPC), em Patos.

A 4ª Companhia do 3° BPM, sediada em Teixeira, acompanhou a ocorrência.

De Olho no Cariri

Com Paraíba da Gente

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A Operação Mata Atlântica em Pé, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e órgãos ambientais, aplicou 15 autos de infração por desmatamento ilegal em quatro municípios paraibanos. A ação foi deflagrada entre 17 e 27 de agosto e atingiu mais de 230 héctares.

As multas, que ultrapassaram os R$ 2 milhões, foram aplicadas nas cidades de São Miguel de Taipu, Massaranduba, Alagoa Grande e Alagoinha. Os ilícitos ambientais foram identificados a partir da fiscalização remota e presencial de sete alertas de desmatamento obtidos por sistemas de monitoramento remoto, como o MapBiomas Alerta.

Operação nacional

Nos 17 estados participantes, incluindo a Paraíba, foram mais de 8 mil hectares autuados e as multas ultrapassaram os R$ 100 milhões.

A Operação Mata Atlântica em Pé utiliza informações produzidas por diversos sistemas de monitoramento remoto, entre eles o MapBiomas Alerta, para identificar áreas com indícios de desmatamento ilegal. Com base nesses alertas, equipes de fiscalização realizam verificações remotas e presenciais para confirmar a ocorrência das infrações ambientais e emitir os devidos autos de infração e termos de embargo.

Penalidades

Confirmadas as irregularidades, os responsáveis ficam sujeitos à aplicação de multas e demais sanções administrativas e a reparação integral dos danos ambientais e climáticos, sem prejuízo na apuração da responsabilidade nas esferas cível e criminal.

As áreas desmatadas ilegalmente também podem sofrer restrições relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), ao acesso ao crédito rural e a outros instrumentos previstos na legislação ambiental.

De Olho no Cariri

Com Portal Correio