Governo paga parcela do 13º salário nesta quarta e injeta mais de R$ 134 milhões na economia paraibana

O pagamento da primeira parcela do 13º salário dos servidores estaduais ativos e inativos, incluindo ainda funcionários e professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), será efetuado pelo Governo do Estado nesta quarta-feira (14). Com isso, entram em circulação na economia paraibana mais de R$ 134 milhões.

De acordo com dados da Secretaria de Estado da Administração (Sead), o pagamento da primeira parcela do 13º salário aos servidores e professores da UEPB totaliza mais de R$ 7,49 milhões, além de R$ 127 milhões com os demais servidores.

O anúncio da primeira parcela do 13º salário foi feito pelo governador Ricardo Coutinho no dia 5 deste mês. Na ocasião, Ricardo destacou que a medida é adotada desde a sua primeira gestão, em 2011. “É um compromisso que fazia ainda quando era prefeito, ativando o comércio. Neste dia 14, vou repassar, pela primeira vez, a metade do 13º salário aos professores e aos funcionários da UEPB”, pontuou.

O chefe do Executivo paraibano destacou, ainda, que a decisão de antecipar a primeira parcela do 13º salário dos professores e servidores da UEPB foi tomada ainda no início do ano. “É uma questão de respeito para com os servidores e professores da UEPB”, ressaltou.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri