Governo divulga edital de concurso público para Polícia Civil com 1,4 mil vagas na Paraíba; CONFIRA AQUI

Foi publicado na edição desta quarta-feira (29) do Diário Oficial do Estado o edital de concurso público com 1.400 vagas para a Polícia Civil da Paraíba. As inscrições para o certame começam no dia 8 de outubro e serão encerradas no dia 11 de novembro.

As provas objetivas e discursiva estão agendadas para o dia 9 de janeiro e 16 de janeiro, de acordo com o cargo escolhido. O resultado provisório destas provas será publicado no dia 11 de fevereiro.

Para os cargos de delegado perito criminal, perito médico-legal, perito odonto-legal e perito químico-legal as inscrições custam R$ 250,00; já para escrivão agente de polícia, técnico em perícia, papiloscopista e necrotomista custa R$ 180,00.

O cargo com maior remuneração inicial é o delegado, com R$ 12.769,80; agente de investigação R$ 4.271.73; escrivão R$ 4.271.73; perito R$ 9.920,99; técnico em perícia R$ 3.726,73; papiloscopista R$ 3.726,73 e necrotomista R$ 3.726,73.

Veja o Edital da Polícia Civil

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1