Governo da Paraíba contrata empresa para realizar concurso com 400 vagas para a Fundac

A Secretaria de Estado da Administração da Paraíba contratou o Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade) para realizar o concurso público da Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente “Alice de Almeida” – Fundac. O concurso vai oferecer 400 vagas destinadas ao cargo efetivo de agentes socioeducativos.

A previsão é que o edital do concurso já seja divulgado nesta próxima semana, segundo informou a Secretaria  de Administração.

A presidente da comissão do concurso, Marlene Rodrigues da Silva, no entanto, que não há previsão de publicação do edital. “Nós ainda não temos previsão da publicação do edital, está em fase de montar o edital, de estruturação, a comissão está sempre se reunindo para resolver questões ainda da estrutura do edital e data para publicação ainda não temos”, assegurou.

A contratação de empresa organizadora de concurso público se deu por dispensa de licitação. De acordo com a comissão do concurso público, o certame vai acontecer conforme o governador João Azevêdo anunciou.

A contratação da banca foi assinada ontem (23) pela secretária de Administração, Jacqueline Fernandes de Gusmão.

Com Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB