Gasolina e diesel sofrem reajuste de R$ 0,11 a partir desta quarta-feira na Paraíba

A gasolina e o diesel vão sofrer a partir desta quarta-feira (12), o primeiro reajuste de 2022 na Paraíba. O anúncio foi feito pela Petrobrás nesta terça-feira (11), e o reajuste será repassado para as distribuidoras.

O presidente do Sindicato dos Revendedores de Petróleo da Paraíba (Sindipetro-PB), Omar Haddad, explicou que o reajuste será de R$ 0,11 centavos na gasolina e R$ 0,24 no diesel.

Segundo ele, ano passado o consumidor pagou o dobro do preço pelo litro da gasolina em menos de 12 meses. “O litro antes de 2021 custava R$ 3,84 e passou para uma média de R$ 6,49, praticamente o dobro do valor”, disse.

No ano passado, a gasolina sofreu um aumento de mais de 50%  no seu preço.

De Olho no Cariri

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1