Funcionários do Banco do Brasil protestam contra superlotação e proliferação da Covid-19

Os funcionários do Banco do Brasil, protestam nesta quinta-feira (27), na agência localizada no Centro 1817, pela implementação do teletrabalho (home office) e dos protocolos de segurança sanitária contra a Covid-19 e a Influenza (H3N2). Além disso, também denunciam a direção do BB, que vem priorizando as metas e o lucro em detrimento da saúde e da vida de clientes e trabalhadores.

Na Paraíba, quase 20 agências já foram fechadas em menos de duas semanas. As agências do Bradesco lideram o ranking com mais de seis unidades fechadas em uma única semana. Banco do Brasil, Santander e Itaú tiveram uma média de três agências fechadas após bancários testarem positivo para a Covid-19.

Serão realizados atos em diversas agências e centros administrativos por todo o país. Também haverá mobilização em rede às 11h, onde será realizada uma manifestação virtual, no Twitter e demais redes sociais, com a hashtag #DiaDeLutaBB.

Em dezembro, a direção do BB acabou com o home office nas agências e, no início de janeiro, o comando da empresa divulgou um novo Manual do Trabalho, sem o item que previa o encerramento do expediente em unidades, na hipótese de confirmação de trabalhador contaminado nas últimas 72 horas.

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Lindonjhonson Almeida explica que a Implementação dos protocolos de segurança sanitária contra covid-19 e Influenza (H3N2) em todas as unidades e agências do BB, bem como o encaminhamento de todos os empregados com alguma comorbidade, e os que trabalham em departamentos de prédios comerciais, sem atendimento ao público, para o home office são as principais reivindicações da categoria.

“Em todo o país, o aumento de casos de Covid-19 e gripe atinge índices alarmantes, mas nem mesmo nesse cenário, a direção do banco cumpre medidas para evitar o contágio e manter a segurança sanitária e a saúde de clientes e funcionários. É por isso, que o Sindicato e demais entidades, junto com os trabalhadores da Paraíba e demais estados estão cobrando da direção do Banco do Brasil a implementação de medidas que visem a priorização da saúde e da segurança das trabalhadoras e dos trabalhadores, que também impacta na proteção da vida e da saúde dos clientes e usuários”, analisou.

Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1