Feira Livre de Caraúbas já funciona em novo espaço preparado pela prefeitura municipal

Um dos espações públicos mais antigos da humanidade que atrai centenas demilhares de pessoas em um dia fixo da semana, e em Caraúbas ele não poderia deixar de ser diferente, a feira livre, que funcionava no Mercado Público Municipal Manoel Clementino das Neves teve mais uma página em sua história com a mudança do seu espaço físico, neste sábado dia 27 de Julho de 2019.

De acordo com o secretário de Obras Públicas e Serviços Urbanos, José Marcelo Neves, a feira livre passou a funcionar provisoriamente na parte de trás antigo prédio onde funcionava o Grupo Escolar Coronel Serveliano de Farias Castro, num local adaptado para atender a demanda de comerciantes e comerciários. A Prefeitura investiu recursos na ordem de mais de R$ 30.000,00 (Trinta Mil Reais) na estrutura do prédio com o objetivo de abrigar os comerciantes já estabelecidos no Mercado Público.

O prefeito Silvano Dudu acompanhado do vice-prefeito Zé de Laura visitaram a nova área e conversaram com os comerciantes que se mostraram satisfeitos com a realização da feira no local designado. Sabemos que não é o espaço ideal, mas como já adiantamos anteriormente, enquanto preparamos o Mercado Público com a reforma, estaremos nos encontrando todos os sábados neste espaço, que aos poucos as pessoas irão se acostumando, disse ele. 

Já para o vice-prefeito Zé de Laura, a área foi bem aproveitada pelo Poder Público, pois, o espaço se encontrava totalmente abandonado e graças a parceria com o Governo do Estado com a cessão de uso das edificações do prédio foi possível a Prefeitura investir recursos para tornar a área um espaço de ocupação permanente, seja pela frequência do SCFV ou pelos feirantes, mesmo que temporariamente, analisou o vice-prefeito. 

No novo espaço de funcionamento da feira você encontra todos os tipos de produtos, desde a comercialização de carne fresca, frutas, verduras, leguminosas, artesanato, lanches, bar e comida regional. Na sexta-feira, a Vigilância Sanitária local visitou a área e atestou o local. Também visitaram a feira os secretários do Turismo, Silvana Myllena, da Saúde, Leonardo Éneas, do Planejamento, jornalista Eduardo Belo, além claro, do Secretário de Obras Públicas e Serviços Urbanos, José Marcelo.

Com Seplacom

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB