Ex-prefeito de Taperoá tem número de celular clonado, e irmã cai em golpe de R$ 2 mil reais

Mais uma liderança política foi vítima de golpe virtual e teve o seu número de celular clonado pelos criminosos. O ex-prefeito do município de Taperoá, Jurandi Gouveia, usou as redes sociais para denunciar o fato e alertou à população.

O crime foi percebido pelo ex-gestor nesta quarta-feira(22). Jurandi revelou ainda que, por causa disso, sua irmã fez transferências no valor total de R$ 2.000 mil, após ser enganada por golpistas.

“Boa tarde à todos se alguém ligar pedindo pagamento em meu nome não aceite! Tive meu celular clonado. Meu obrigado à todos”, disse Jurandi Gouveia através das redes sociais.

Vem sendo frequente os casos de crimes virtuais envolvendo políticos da região do Cariri paraibano. Já foram vítimas dos golpistas os gestores Souzinha (Serra Branca), Helder Trajano (São João do Cariri), Silvano Dudu (Caraúbas), José Elias (Gurjão), Tiago Castro (Cabaceiras), Celecileno Alves (vice-prefeito de Monteiro), além dos ex-gestores Ronaldo Queiroz (Gurjão) e Inara Marinho (São Domingos do Cariri).

De Olho no Cariri

Com Toinho Patativa

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1